[Resumo Livro] Educação para o século XXI



Universidade São Marcos 


Curso:                  Pedagogia (Semestre: 5°)
Aluno:                  Celso Ferreira dos Santos
Matéria:               Gestão Educacional


Resumo do livro
A educação para o século XXI


Introdução


O livro de [1]Jaques Delors mostra de forma direta os vários problemas que ocorrem na área educacional, ele mostra palestras de vários especialistas, na área da educação e aborda temas e problemas de maior relevância.
Este livro traz uma série de questões – problemas – novos e antigos e procura dar uma diretriz do que é preciso fazer para mudar os parâmetros da educação no mundo.
O autor relacionou os assuntos de forma elucidar o leitor sobre os aspectos da educação, desde sua visão e centralização  e conceitualização ate os recursos e meios para empregá-la.
O autor divide seu livro em Quatro partes,  com o objetivo de                                                                                                                                mostrar as variedades de problemas e soluções para a educação em caráter mundial, e mostrar as várias soluções propostas para o tema.





















A educação para o século XXI
1ª parte: Visões e prospectivas     (pg59 a 154)
Na primeira parte do livro ele coloca trabalho de quatro autores que falam sobre as prospectivas da educação para o presente século e aborda como um dos temas centrais a educação como formador do cidadão, sua posição quanto ao planeta e seus recursos naturais, BLONDEL, Daniele ; Diretora do Instituto de Pesquisa e de Informação Socioeconômica, da Universidade de Paris diz:
[2]“abordo o tema de que a educação tem por objetivo preparar o jovem para o mundo do trabalho"
Philip hugles, professor da Universidade Nacional da Austrália, afirma que os países desejam formar uma população mais competente (pag38), porem aponta que os jovens apesar de apresentarem capacidades físicas melhores, são mais propensos as drogas e ao álcool (pag39), O que por sua vez causa uma evasão da escola, segundo ele para que a educação seja eficaz deve proporcionar bases de modo que todos adquiram as competências individuais e especialidades de que necessitam

                     
2ª parte: Políticas educacionais
É abordada como foco,  as políticas educacionais, o autor relacionou temas polêmicos, que vão desde os recursos financeiros ate o fator humano, abordando aspectos metodológicos e também de desenvolvimento tecnológico, segundo [3]TEDESCO, Juan Carlos  (pg69), é preciso que os governos entendam que a políticas educacionais, são feitas para  serem aplicadas a longo prazo e que é preciso também pensar em todos os problemas e transformações que poderão ocorrer em relação ao país,
Os governos dizem que uma das principais causas dos índices baixos da educação é a falta de recursos, contudo, em uma visão mundial ate os países com maior numero de recursos tiveram um baixo aproveitamento (pag. 61).  Para [4]PEANO Serge, a escolarização e os gastos com educação são repartidos de forma desigual no mundo, os países industrializados representam 88% dos gastos públicos aplicados em educação, porem apenas 25% do numero de alunos inscritos nos ciclos pré escolar.
[5]BRAI Mark (Cap. 7), expõe 4 formas de privatização  da educação (pag.  82/83),  transferência de propriedade das escolas publicas , deslocamento do equilíbrio setorial, aumento  do financiamento e da ajuda as escolas publicas, no entretanto ele expõe 4 tipo de escolas existentes:
A escola de elite (pag. 88), a escola comum, a escola de segunda oportunidade e a escola de recuperação, entretanto ele afirma que isso traz resultados e problemas, por um lado temos como pontos positivos:
a eficiência, pois a educação faz com que as escolas tendam a ser melhores (pag. 93)
a responsabilidade, por ser uma educação paga os pais cobram da escola melhor desempenho em seus programas educacionais (pag. 94)
a diversidade, a escola precisa atrair sua clientela e para isso oferece programas com maior  abrangência, como esportes musicas....
o acesso,  O numero de vagas é o mesmo (pag. 94)
a equidade, sua dimensão fundamental e de ordem socioeconômica.
Por outro, tal sistema gera algumas conseqüências políticas como:
Definir a forma de classificação nas escolas
Definir os termos da privatização e quais os objetivos que se desejam alcançar
[6]MILLER Errol, professor da Universidade West Índia (Jamaica), aborda no Cap. 8 a forma educacional dos países das Antilhas, segundo ele em países como Jamaica e Trinidad a educação é uma das formas da população ascender socialmente, neste lugar do mundo a elite sempre foi minoria (pag.107), com isso o autor trabalha a duabilidade entre sociedade e educação.  Para MILLER, em toda a região, a educação pré-escolar é assegurada no âmbito de uma parceria em que os governos ocupam um papel secundário (pag. 110).
Nas Antilhas o ensino da língua  materna é política oficial, pois as crianças em sua maioria  não fala o idioma  em que serão educados pois existem vários diletos diferentes, a educação não-formal também tem prioridade. (pag. 111).
No Cap. 9  (pag.121), [7]BERTRAND Oliver, traça uma linha comparativa entre a educação e o trabalho entre a preparação para a vida e o mundo profissional, para ele a educação contribui  para produção  e para o crescimento tanto do indivíduo como da sociedade, com o aumento do conhecimento (pag. 121)e da produtividade.
BERTRAND analisa vários trabalhos e procura saber se existe alguma estrutura, ou educação, que seja ligada  ao nível de eficácia com desenvolvimento econômico (pg. 123), e relata que nos países industrializados, os trabalhadores privilegiam mais atitudes comportamentais que conhecimentos técnicos (pag. 125), prioriza-se a mão de obra abrindo parecerias entre escolas e universidades (pag. 138)
[8]SAMMAM Neusa L. analisa a educação e sua contribuição para a natalidade e desenvolvimento infantil, para SAMMAM a educação é medida segundo o tempo de escolarização. A educação faz com que o povo mais instruído tome maiores cuidados na área da saúde, isso faz com que haja um maior controle da natalidade e diminui  o numero da mortalidade infantil (pag.146), com isso as mulheres passam a planejar melhor suas famílias(pag.149).

3ª parte    Diversos aspectos do processo educacional
O autor aborda alguns periódicos  focados no processo educacional (153 a 221), seu currículo, estrutura, aperfeiçoamento do corpo docente. Cap. 11, [9]ORDONEZ, fala a respeito do acesso a educação fundamental e diz que ela não deve ser vista apenas como um direito fundamental, mas também como instrumento de desenvolvimento social e econômico, que deve ser empregada como um engajamento de governo, organizações internacionais e ONGs.
O acesso a educação deve ser facilitado e aprimorado e o ensino aprimorado visando suprir as necessidades do cidadão melhorando a qualidade do ensino, precisamos  nos apoiar em uma educação fundamental renovada diminuindo o numero de alunos por classe.
[10]PAIR Claude, traça no Cap. 13 uma analise histórica entre a sociedade sua evolução e as habilidades adquiridas durante a vida do individuo e a divisão  política social. De acordo com PAIR o crescimento econômico e a diversificação dos empregos permitem uma mobilidade social  sem precedentes, ou seja, formação geral e formação profissional podem ser consecutivas ou parcialmente simultâneas a formação deve preparar o homem para o trabalho e as novas transformações  que podem acontecer do ambiente corporativo.
No Cap 14 é abordado o ensino superior, sua missão, organização e financiamento, [11]BLONDEL Daniel, mostra que o ensino superior deve ocupar um papel importante no desenvolvimento das sociedades, pois, com o passar do tempo, o trabalho braçal será substituído por maquinas e terá grande valia o capital intelectual..
Com isto o ensino superior tem que abranger três valores prioritários, são eles:
Pesquisa, cultura e  formação professores.
É preciso investir no ensino superior  e garantir melhor remuneração para os professores, a fim de que a qualidade de ensino não sofra percas
Cap, 15 - [12]BELANGER Paulo, discursa sobre os diversos modelos de sociedades educacionais em gestão, para ele o as reflexões sobre isso esta centrada em três temas, a transformação das relações, a educação de adultos e a economia política, segundo BELANGER a educação se dá por toda a vida, muitos não conseguem suprir as exigências  básicas para prosseguir sua formação e é conhecido na maioria dos países desenvolvidos como analfabetismo funcional.
Para BELANGER as políticas e projetos não podem ser meramente educacionais, não se pode ignorar o poder difuso da cultura, dos meios urbanos e rurais nem ignorar as mídias , outras industrias culturais e biblioteca pois tudo isso colaboram para a formação do individuo, existe uma crise de empregos que cria um efeito domino que afetara a forma de lazer e leva a uma forma de atividade de sobrevivência, conseguindo fazer com que o individuo tenha melhores condições de vida aumentasse a estimativa de vida e com isso a sociedade se torna então mais educativa dando ênfase a educação informal.
A rentabilidade e a necessidade de investir tanto na formação posterior quanto na formação inicial são cada vez mais reconhecidas.
No cap. 16 dois autores [13]LEPELTAK Jan e [14]VERLINDEM Claire; apontam os problemas e novas perspectivas na era da informação. Os autores fazem um resgate histórico dos meios de informação e dão ênfase as novas tecnologias como fonte de informação, eles apresentam uma visão  panorâmica das novas tendências tecnológicas e sua situação em caráter mundial. É enfatizado neste capitulo a introdução de um estudo COMPED, ( computadores para a educação) e a mídia digital e seu impacto na educação como também a implantação dos computadores na educação e qual foi sua aceitação  no ensino fundamental e médio; nos últimos 15 anos.
Eles estudam os impactos em três etapas:
Macroanalítico – mundialmente
Mesoanalítico – em termo de organização escolar
Microanalítico – na sala de aula
A educação e as novas tecnologias da informação e comunicação (cap. 16).
[15]HANCOK Alan, aborda sob dois pontos distintos as tecnologias modernas e seu impacto na educação, ele discursa que as novas tecnologias estão ao nosso dispor e cabe ao educador usar esses recursos e o apoio que elas podem oferecer, como alcance de números de educandos, riqueza de ilustração, criatividade e mesclar com outras formas de mídia e recursos educacionais focando a ilustração e a visualização, é preciso tomar posse dos novos recursos e passar da teoria a prática, o autor aborda como relacionar as inovações tecnológicas e a demanda crescente de informação e transformar essa informação em conhecimento.
Parte 4 –Relatos
A escola na encruzilhada; [16]BISAILLON Robert, aborda que  a escola hoje se coloca como instituição inerte e que precisa ser reformulada em sua vigência educacional e função, a escola hoje tem dificuldade de situar-se como instituição e realizar seu papel de formadora de opinião, para um dos fatores que constituem êxito a aprendizagem é a adaptação da pedagogia a comunidade de entorno, ou seja a realidade do aluno e a diversidade de meios de aprendizagem, e que o professor continua sendo o ator principal e deve ser valorizado. Para haver mudança deve haver comprometimento desde os criadores das políticas educacionais, diretores e professores.
[17]DELACOTE Goery, fala sobre a aprendizagem interativa, para ele é necessária uma autonomia dos estabelecimentos de ensino com o objetivo de haver uma transformação e organização dessas instituições com melhoria da qualidade de ensino e dando meios para que todos possam lutar por melhores oportunidades. O autor faz uma analogia entre as formas de ensino nos EUA ( estados Unidos da America) e França.
Cap. 20, Descompartimentar a ciência, [18](GROSS François)
O autor abordou a ciência e sua mistificação como matéria de desenvolvimento e expôs que o ensino da ciência deveria ser introduzido desde cedo, GROSS, mostra que muitas das vezes por causa do vários conflitos mundiais tivemos um ensino tecnicista e a ciência tem mudada assim seu real valos que é de formar o raciocínio lógico do individuo, muitas das vezes empresas retém a informação de novas tecnologias com a intenção de patenteá-las e impedir o usos dessas tecnologias, sem falar na concorrência das indústrias farmacêuticas.
Cap. 21 -  Colocar a ciência ao alcance de todos.
Para [19]NARLIKAR V. Jayant, devemos fazer com que a criança tenha interesse pela ciência e incentivar a curiosidade dos pequenos pela natureza e não reprimi-la, em segundo plano deveríamos apresentar a criança os fenômenos naturais e introduzir lentamente uma dimensão matemática ligada a idéia dos fenômenos naturais de modo quantitativo, mostrando que esse fenômenos tem um caráter previsível, quando se colocam a disposição esses conhecimentos a criança percebe que a ciência tem um papel importante em sua formação.
Para NARLIKAR é importante também aprender como a ciência se desenvolveu a fazer um resgate histórico  entre teoria e experimentação, já no ensino superior deve-se dar acesso para que o aluno possa pesquisar e estreitar os laços entre alunos e professore para que o aluno tenha liberdade de perguntar e defender suas idéias pessoais, para o autor é importante que o aluno compreenda o papel da pesquisa fundamental. Segundo ele se analisarmos os aspectos científicos veremos que ainda há muito para ser feito.
Cap. 22 – O multiculturalismo e a educação. [20](HEPBURN, Mary)
A autor a fala sobre a educação multicultural, como interpretá-la e como fazer com que o professor possa adotar bons princípios de educação multicultural, a educação tem por objetivo ressaltar os valores cívicos de um povo.
A língua materna é um dos melhores meios de assegurar à compreensão transcultural, a aprendizagem de uma língua só deve ser iniciada guando o educando dominar a sua língua natal.
A televisão segundo HEPBURN, tem efeitos positivos pois ajuda com meio de informação a difundir a língua materna, porem também tem seu papel negativo pois faz com que o individuo tenha aceso a informação de meios de consumo que ele não pode obter, existe uma glorificação das coisas e cria um verdadeiro abismo entre ele a a realidade.
Os professores são a chave, a formação dos professore quanto a língua deve levar em consideração a análise critica e resolução de conflitos.
Cap. 23 Ensino da historia e da cidadania.
Neste capitulo a autor [21](REMOND, René), ressaltou que é preciso submeter a história a outras finalidades que não seja a própria história, respeitando a autonomia intelectual no ensino. A história pode contribuir para que analisemos de forma concreta o que e o homem vivendo em sociedade, pois ela mostra a incapacidade humana de superar seus conflitos e serve para nortear as ações das gerações futuras.
É preciso ressaltar que homens e mulheres fizeram a história sem nem mesmo saber o que estavam fazendo ou se dar conta que seus atos poderiam desencadear uma série de eventos, nossa sociedade tão complexa e evoluída é resultado de uma longa história humana cheia de erros e acertos, a passagem de uma situação de violência a um estado de direito é resultado de uma historia.
O historiador não pode julgar os fatos da história e sim citá-los de maneira imparcial com o objetivo de transmitir os fatos, os professores ao fazer uso da historia não podem ter o caráter de juízes, eles devem tirar da historia os ensinamentos que ela comporta.
Se a intuição educacional essa formação ao professores revela uma carência, pois descuida não apenas de formar cidadões, mas também de desenvolver nos indivíduos capacidades e aptidões, que fazem parte de sua personalidade.  
                    


Bibliografia

[1]DELORS Jacques (org.) Presidente da Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI UNESCO

2 Citado por BLONDEL Daniele - trabalho e sociedade URA CNRS, Universidade de Paris-Dauphine (França)

3 TEDESCO Juan Carlos – Diretor da Agência Internacional de Educação, Genebra (Suíça) 

4 PÉANO Serge – Especialista do programa Instituto Internacional de Planejamento da Educação (França)

5 BRAY Mark – Professor e diretor do Centro de Pesquisa Comparativa em Educação Universidade de Hong Kong

6MILLER Errol, professor da Universidade West Índia (Jamaica)

7 BERTRAND Oliver – Pesquisador associado do Centro de Estudos e Pesquisas em Qualificações
 (CEREQ), Paris  (França)

8 SAMMAN L. Mouna – Especialista do Programa de Educação e Informação da População para o Desenvolvimento Humano (ED/EPD) UNESCO, Paris (França)

9 ORDONEZ M. Victor – Diretor, UNESCO – Bangkok (Tailândia)

10 PAIR Claude Professor Universitário, Instituto Politécnico de Lorraine, Nancy (França)

11 BLONDEL Daniele - trabalho e sociedade URA CNRS, Universidade de Paris-Dauphine (França)

12 BELANGER Paul – Diretor do Instituto  da UNESCO para a Educação (IUE), Hamburgo (Alemanha)

13 LEPELTAK Jan – Instituto Nacional para a Elaboração de Programas de Estudos (SLO), Ensschede (Países Baixos)

14 VERLINDEN Claire Sindicato Geral do Pessoal Docente (ABOP), Amsterdã (Países Baixos)

15 HANCOOK Alan – Ex-diretor do Programa para o Desenvolvimento da Europa Central e Oriental (PROCEED), UNESCO, Paris (França)

16 BISAILLON Robert – Presidente do Conselho Superior da Educação do Québec, (Canadá)

17 DELACÔTE Goery – Diretor Executivo, Exploratorium San Francisco

18 GROS François, Secretário vitalício da Academia de Ciências, Paris (França)

19 NARLIKAR V. Jayant – Diretor do Centro Internacional de Educação, Genebra (Suíça)

20 HEPBURN, Mary A. – Professora e diretora da Divisão de Educação Instituto Vinson do Governo, Universidade  da Geórgia (Estados Unidos)

21 RÉMOND, René Presidente da Fundação Nacional



[1] DELORS Jacques (org.) Presidente da Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI UNESCO

[2] Citado por BLONDEL Daniele - trabalho e sociedade URA CNRS, Universidade de Paris-Dauphine (França)
[3] TEDESCO Juan Carlos – Diretor da Agência Internacional de Educação, Genebra (Suíça) 
[4] PÉANO Serge – Especialista do programa Instituto Internacional de Planejamento da Educação (França)
[5] BRAY Mark – Professor e diretor do Centro de Pesquisa Comparativa em Educação Universidade de Hong Kong
[6] MILLER Errol, professor da Univerdidade West India (Jamaica)
[7] BERTRAND Oliver – Pesquisador associado do Centro de Estudos e Pesquisas em Qualificações (CEREQ), Paris  (França)
[8] SAMMAN L. Mouna – Especialista do Programa de Educação e Informação da População para o Desenvolvimento Humano (ED/EPD) UNESCO, Paris (França)
[9] ORDONEZ M. Victor – Diretor, UNESCO – Bangkok (Tailândia)
[10] PAIR Claude Professor Universitário, Instituto Politécnico de Lorraine, Nancy (França)

[11] BLONDEL Daniele - trabalho e sociedade URA CNRS, Universidade de Paris-Dauphine (França)
[12] BELANGER Paul – Diretor do Instituto  da UNESCO para a Educação (IUE), Hamburgo (Alemanha)
[13] LEPELTAK Jan – Instituto Nacional para a Elaboração de Programas de Estudos (SLO), Ensschede (Países Baixos)
[14] VERLINDEN Claire Sindicato Geral do Pessoal Docente (ABOP), Amsterdã (Países Baixos)
[15] HANCOOK Alan – Ex-diretor do Programa para o Desenvolvimento da Europa Central e Oriental (PROCEED), UNESCO, Paris (França)
[16] BISAILLON Robert – Presidente do Conselho Superior da Educação do Québec, (Canadá)
[17] DELACÔTE Goery – Diretor Executivo, Exploratorium San Francisco
[18] GROS François, Secretário vitalício da Academia de Ciências, Paris (França)
[19] NARLIKAR V. Jayant – Diretor do Centro Internacional de Educação, Genebra (Suíça)
[20] HEPBURN, Mary A. – Professora e diretora da Divisão de Educação Instituto Vinson do Governo, Universidade  da Geórgia (Estados Unidos)
[21] RÉMOND, René Presidente da Fundação Nacional de Ciências Políticas, Paris (França)

Obs.: Caso use o artigo acima por favor citar a fonte.

Celso F. Santos. 

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