poesia, pedagogia, psicologia, psicologia social, poema infantil; psicologia on line; direito OBS: siga o blog, comente e recomende aos amigos queremos chegar a 1 milhão de visualizações. ajude-nos
A cientologia é uma religião fundada em 1952 que se auto-elege como síntese de religião e ciência pelo autor L. Ron Hubbard que focalizava seu trabalho na ficção científica. Essa permaneceu por dois anos buscando seu espaço até que conseguiu ser oficializada como religião.
Dentre seus ensinamentos, prega a imortalidade do ser humano, estimula as pessoas a eliminar seus traumas para obter a mente limpa e relata que a sobrevivência do homem depende dele mesmo, dos outros e da interação cósmica. Por tal ensinamento, é vista em alguns países como uma seita que aplica lavagem cerebral em seus adeptos.
A principal prática da cientologia é a Dianética, metodologia que auxilia e alivia as sensações e emoções indesejadas, medos e até doenças psicossomáticas. Tal prática é chamada de audição e tem o objetivo de clarear a mente restabelecendo o controle realístico e percebendo as informações armazenadas na mente. A cientologia realiza cultos aos domingos, aulas formais, batismos, casamentos e outras cerimônias de ordem religiosas.
Chegou ao Brasil em 1994 trazida por Lucia Winther, que se tornou líder do culto e porta-voz do país observando tudo o que é falado por seus adeptos à mídia e vistoriando todo o trabalho de impressão feito pela editora que publica livros relacionados à religião. Os livros relacionados à cientologia no Brasil já foram vendidos a quatro mil pessoas, porém a pequena minoria se interessou pela nova religião.
A cientologia conta com oito milhões de adeptos espalhados pelo mundo, sendo que somente 200 residem no Brasil.
Imagine com 16 anos e escrevendo assim...
Coração Melancólico Nostálgico pelo seu amor
quase louco de Hormônios que desejam sua boca ....
Mas o tempo é curto e minha carne ainda em formação
tento desvendar os segredos e abrir as sete portas do seu coração
mas acada dia que passa lembro que não tenho
nem as chaves necessárias para abrir a minha
Mente muito menos a do seu coração rsrsrs
Estranha e Pragmática você se auto define a sua mente kkkkk
o mais estranho e mais pragmático que isso é acreditar
que esse sou eu quando na verdade é apenas
a maquiagem social que sou obrigado a usar kkkkkkkk
Apenas posso rir como já disse
sua mente não é e nunca foi impenetrável
é apenas mais uma porta que eu consigo abrir
mas joguei a chave fora ... Kkkkkkkkk
então eis que continuo fazendo a missão que me foi dada
Obs: escrevi o texto na integra; apenas acentuando as palavras
Autor M.F.S.
Presente Divino
Os Deuses me enviaram o mais precioso dos presentes;
tornei-me anfitriã do mais ilustre visitante,
requinte dos requintes,
altivo e radiante,
poderoso Amor.
Vinho de nobre linhagem
vertido em tão rude Graal,
recusas os limites de teu pobre recipiente,
explodes em meu peito,
expandes minha vida para além de qualquer margem.
Ave de vôo potente,
indomável, divina arte,
causas êxtase e vertigem
em quem tenta acompanhar-te.
Com tuas garras, dilaceras
o ousado portador
que anseia por contê-lo.
Dilacera-nos de dor,
e, ainda assim, como és Belo !
Não te vás nunca, Graça Divina,
tão grandioso sentimento
que atravessa todo o mundo,
impetuoso qual fosse o vento.
Se tu partires, não serei nada,
apenas ermo e vão castelo
onde a Psique, desconsolada,
chora a perda do Ser mais belo.
Fica, ainda que tu diluas
as margens deste meu coração
com seus limites imaginários.
És Alkahest, solvente universal,
dissolves o portador temerário
que ousa tentar te conter.
Eu te percebo, às vezes, árduo e cruel,
mas, ainda assim, te quero em minha vida.
Ainda que me negues tuas sombras neste mundo,
ainda que me cegues e exponhas minhas feridas,
ainda que não me dês nada, nada mais
senão o delírio de tua presença,
eu quero estar contigo.
Para quem te sonhou doce, és demasiado amargo,
para quem te crê frágil e lânguido,
és demasiado forte, viril e guerreiro.
Mas não há algo tão belo como és, no mundo inteiro.
Permite, Ser Divino, meu acesso a teu Séqüito,
humilde e despojada de adornos que me impeçam de voar.
Toma-me em tuas garras,
cruzando os ares no ardor deste teu vôo,
vendo o mundo a partir da altitude em que tu o vês,
vendo e amando o mundo através de teus olhos,
ainda que me dilaceres, desmontes e desfaças
e me reconstruas, na forma que escolheres para mim.
tornei-me anfitriã do mais ilustre visitante,
requinte dos requintes,
altivo e radiante,
poderoso Amor.
Vinho de nobre linhagem
vertido em tão rude Graal,
recusas os limites de teu pobre recipiente,
explodes em meu peito,
expandes minha vida para além de qualquer margem.
Ave de vôo potente,
indomável, divina arte,
causas êxtase e vertigem
em quem tenta acompanhar-te.
Com tuas garras, dilaceras
o ousado portador
que anseia por contê-lo.
Dilacera-nos de dor,
e, ainda assim, como és Belo !
Não te vás nunca, Graça Divina,
tão grandioso sentimento
que atravessa todo o mundo,
impetuoso qual fosse o vento.
Se tu partires, não serei nada,
apenas ermo e vão castelo
onde a Psique, desconsolada,
chora a perda do Ser mais belo.
Fica, ainda que tu diluas
as margens deste meu coração
com seus limites imaginários.
És Alkahest, solvente universal,
dissolves o portador temerário
que ousa tentar te conter.
Eu te percebo, às vezes, árduo e cruel,
mas, ainda assim, te quero em minha vida.
Ainda que me negues tuas sombras neste mundo,
ainda que me cegues e exponhas minhas feridas,
ainda que não me dês nada, nada mais
senão o delírio de tua presença,
eu quero estar contigo.
Para quem te sonhou doce, és demasiado amargo,
para quem te crê frágil e lânguido,
és demasiado forte, viril e guerreiro.
Mas não há algo tão belo como és, no mundo inteiro.
Permite, Ser Divino, meu acesso a teu Séqüito,
humilde e despojada de adornos que me impeçam de voar.
Toma-me em tuas garras,
cruzando os ares no ardor deste teu vôo,
vendo o mundo a partir da altitude em que tu o vês,
vendo e amando o mundo através de teus olhos,
ainda que me dilaceres, desmontes e desfaças
e me reconstruas, na forma que escolheres para mim.
A ausente
Amiga, infinitamente amiga
Em algum lugar teu coração bate por mim
Em algum lugar teus olhos se fecham à idéia dos meus.
Em algum lugar tuas mãos se crispam, teus seios
Se enchem de leite, tu desfaleces e caminhas
Como que cega ao meu encontro...
Amiga, última doçura
A tranqüilidade suavizou a minha pele
E os meus cabelos. Só meu ventre
Te espera, cheio de raízes e de sombras.
Vem, amiga
Minha nudez é absoluta
Meus olhos são espelhos para o teu desejo
E meu peito é tábua de suplícios
Vem. Meus músculos estão doces para os teus dentes
E áspera é minha barba. Vem mergulhar em mim
Como no mar, vem nadar em mim como no mar
Vem te afogar em mim, amiga minha
Em mim como no mar...
Autor: Vinicius de Moraes
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