[Resenha] Sete minutos depois da meia noite

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A produção, que começa como uma história comum de desabrochar da infância (o tal "coming of age", de que Hollywood tanto gosta), se revela uma tocante lição de vida sobre como lidar com o luto. 

Conor é um garoto de 13 anos e está com muitos problemas na vida. sua está muito doente, e submetida a rigorosos tratamentos. Os colegas da escola agem como se ele fosse invisível, exceto por Harry e seus amigos que o provocam diariamente. 

A avó de Conor, que não é como as outras avós, está chegando para uma longa estadia. em meio a esta historia tão conturbada ele tem um pesadelo que o faz acordar em desespero todas as noites, exatamente às 00h07 ele recebe a visita de um monstro que conta histórias que para o garoto parecem não ter sentido. 

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O monstro vive na Terra há muito tempo, é grandioso e selvagem, mas Conor não teme a aparência dele. Na verdade, ele teme o que o monstro quer, uma coisa muito frágil e perigosa. O monstro quer a verdade. Baseado na ideia de Siobhan Dowd, 


Sete minutos depois da meia-noite é um livro em que fantasia e realidade se misturam. Ele nos fala dos sentimentos de perda, medo e solidão e também da coragem e da compaixão necessárias para ultrapassá-los.
Sete minutos depois da meia noite nos faz refletir sobre nossos medos, e faz com que expectador reflita de uma forma totalmente inusitada sobre sua própria realidade, 

afinal vão existir momentos em que todos teremos de enfrentar nossos medos.. e isto fica exposto de forma fantástica neste filme, que foi baseado no livro do mesmo nome. 
            
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沢村忠 Sawamu - A historia de


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adashi Sawamu é um arrogante lutador de caratê que um dia é desafiado a provar a força de sua técnica contra o boxe estilo tailandês (kick-boxe), que usa igualmente socos e chutes. O primeiro teste ele vence fácil, mas o grande desafio vem depois. Após uma humilhante derrota perante o campeão tailandês SomanSawamu resolve aprender aquele esporte que era, até então, pouco conhecido no Japão.

Sawamu, lenda dos ringues e da cultura pop
Orientado pelo técnico Endo e apoiado pelo empresário Noguchi, Sawamu torna-se uma lenda nos ringues do chute-boxe. Seu primeiro desafio é vencer Switton, o homem que vencera seu algoz Soman em apenas um round e dono de um potente chute giratório. A ele, seguem-se desafiantes como Bokotton - O Homem de Ferro e Ponshai Sheriakan, o temido Lagarto de Fogo, em combates cada vez mais difíceis.



Consagrado como campeão do oriente, Sawamu entra em conflito com seu outrora admirador, o jovem Shibata, que o considera um traidor da tradições japonesas, por ter abandonado uma luta de seu país para seguir uma arte marcial tailandesa. O destemido atleta luta para se manter no topo, e seu golpe mais forte é o Salto no Vácuo com Joelhada.


Assim é o resumo de Sawamu – O Demolidor, um animê que eu assistia no final da década de 1970 e começo da de 80, junto de meu avô, o saudoso “Mauro” Senkichi Uema. Hoje eu vejo como era incrível que um imigrante japonês já idoso gostasse de assistir a um animê. Mas não era um desenho qualquer. Sawamu tinha uma atmosfera mais madura, com histórias sérias e um lado filosófico bem elaborado. Meu avô elogiava as histórias e aquilo, para ele, era tão bom quanto muitos filmes que ele havia assistido. 

Em um episódio, o treinador Endo compara lapidar um bom lutador a cuidar de um bonsai. O desenho não seguia fórmulas e tinha personagens fortes e complexos. Claro que o que a garotada curtia era ver os combates, mas eles não aconteciam em todos os episódios e a série se sustentava por sua boa estrutura dramática. Mérito do roteirista Ikki Kajiwara, que adaptou para o mangá e depois para a TV, a vida do lendário atleta. Kajiwara é mais famoso em seu país por Ashita no Joe (Joe do amanhã, mangá/ animê sobre boxe recentemente transformado em filme live-action) e Tiger Mask

No Brasil, Sawamu fez grande sucesso na década de 1970 e isso causou o aparecimento de várias academias que estampavam o nome chute-box como chamariz, pegando carona na popularidade da série. 

O SAWAMU REAL E SUA PRESENÇA NA CULTURA POP JAPONESA

O verdadeiro Tadashi Sawamura nasceu no extinto estado de Manchukuo, região da Manchúria em 1943, mas fez sua vida no Japão como um dos maiores lutadores de todos os tempos. Como profissional de kickboxe, travou 241 lutas, com 232 vitórias, sendo 228 delas por nocaute. Foi campeão asiático de peso leve e peso médio, sendo uma lenda do esporte no Japão e em outros países do oriente. 

Sua popularidade o transformou em personagem de mangá e animê e também o levou a aparecer em O Regresso de Ultraman (1971). Em um episódio, o herói Hideki Goh sobe ao ringue para um treino com Sawamura e vai à lona com um belo chute. Quando assisti, era criança, mas na hora peguei que o Sawamura que treinou com Goh se referia ao Sawamu do desenho animado. Ele estava em plena atividade na época, tendo se aposentado em 1977. Hoje ele ainda é professor de artes marciais, mas está afastado da mídia. 

O Pokémon Hitmonlee,
criado originalmente como
Sawamuraa
Outra homenagem ao lutador, bem mais recente, veio em Pokémon. O monstrinho lutador Hitmonlee é conhecido por esse nome nos EUA e no resto do mundo como uma homenagem a Bruce Lee, mais famoso mundialmente. No original japonês, ele se chama Sawamuraa

Curta agora  abertura original de Sawamu, editada com a bela música em português e disponibilizada no YouTube por um colecionador. E pelo Twitter, o Sergio Martorelli (@martorelli) confirmou uma informação antiga, a de que essa música era de Sá, Rodrix & Guarabira. Foi uma parceria deles com o compositor Toré, autor da letra. Com todo o respeito à canção original, a brasileira é maravilhosa e casou perfeitamente com o clima de Sawamu.

Nostalgia não define o sentimento para com essa pequena obra de arte.


FICHA TÉCNICA
Título original: Kick no Oni (O Demônio do Chute)
Estréia no Japão: 02/ 10/ 1970 (TBS) 
Número de episódios: 26 
Criação: Ikki Kajiwara (história) e Kentaro Nakajiro (desenho)
Produção: Toei Animation
Emissoras no Brasil: TV Gazeta e TV Record


fonte:http://nagado.blogspot.com.br/2011/03/sawamu-o-demolidor-muito-alem-da.html





O que muda com a terceirizaçao

Alei da terceirização ja aprovada pela camara dos Deputados nesta quarta feira dia 27/03/2017, muda a forma como se trata a contratação de trabalhadores por empresas terceirizadas.  egera um grande medo aos trabalhadores pois ninguém  consegue entender o que nosso governo tende a fazer com isso. Em suma o projeto de lei flexibiliza a terceirização — quando uma empresa contrata trabalhadores por intermédio de uma terceira companhia — e regulamenta a prestação de serviços temporários. O texto-base foi aprovado por 231 votos favoráveis e 188 contrários. Agora, seguirá para sanção presidencial do presidente Temer que aja se posicionou a favor do projeto.
Entao a pergunta a ser feita em primeiro lugar é que muda com a aprovação deste projeto de lei.
A proposta flexibiliza a terceirização e regulamenta a prestação de serviços temporários. Ela amplia a possibilidade de oferta desses serviços tanto para atividades-meio (que incluem funções como limpeza, vigilância, manutenção e contabilidade), quanto para atividades-fim (que inclui as atividades essenciais e específicas para o ramo de exploração de uma determinada empresa). Hoje, a terceirização só é permitida para atividades-meio.
O que a lei permite?
A lei permite que todas as atividades que podem ser terceirizadas dentro de uma empresa, incluindo as atividades consideradas essenciais. Com isso, abre a possibilidade irrestrita para a contratação de terceirizados. Numa escola, por exemplo, os professores poderão ser contratados de forma terceirizada. Em um hospital, médicos e enfermeiros também poderão ser terceirizados. Até agora, as contratações eram limitadas a atividades como limpeza e segurança, que são consideradas atividades-meio.
O que a lei não permite?
A lei não altera direitos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), como férias, décimo terceiro salário e hora extra. Além disso, o projeto de lei aprovado também impede que seja firmado um contrato de terceirização nos casos de existência de vínculo empregatício.
O que muda para o trabalho temporário?
Hoje, o trabalho temporário é permitido para períodos de até três meses. O projeto de lei aprovado amplia esse prazo para seis meses, prorrogáveis por mais 90 dias. Isso significa que os contratos terão prazo máximo de nove meses.
De quem é a responsabilidade sobre os direitos trabalhistas?
O projeto aprovado cria a responsabilidade subsidiária. No caso de não pagamento dos direitos trabalhistas, o trabalhador aciona na Justiça primeiro a empresa prestadora de serviço. Só se ela não comparecer é que o trabalhador pode acionar a companhia contratante. Um segundo projeto, atualmente no Senado, prevê a responsabilidade solidária, ou seja, compartilhada entre as prestadoras de serviços e as contratantes. Neste caso, cabe ao trabalhador escolher a quem acionar judicialmente.
O que acontece se a empresa terceirizada vai à falência?
No âmbito da responsabilidade subsidiária, o trabalhador que não recebeu seus direitos e vai à Justiça aciona primeiro a prestadora e no processo, já cita a contratante. Se a primeira empresa não pagar ou falir, a contratante tem que pagar.
A ampliação das atividades que podem ser terceirizadas vai trazer precariedade para o mercado de trabalho?
Especialistas estão divididos sobre o assunto. Alguns argumentam que a dicotomia entre atividade-fim e atividade-meio não se sustenta e que não há clareza sobre como classificar as atividades. Outros reconhecem o papel da terceirização, mas destacam que há riscos de que as relações entre empregados e empregadores fiquem mais frouxas e o trabalhador não tenha ganhos.
A aprovação da terceirização vai ajudar a criar empregos?
Antes da aprovação do projeto, no início da semana, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou que a lei seria positiva para o país na expansão de empregos. Para ele, as empresas têm resistido a contratar por causa da rigidez das leis trabalhistas. “Acredito que ajuda muito porque facilita a contratação da mão de obra temporária. Facilita a expansão dos empregos. Hoje muitas vezes a empresa resiste à hipótese de aumentar o emprego justamente por alguns aspectos de rigidez das leis trabalhistas. É importante para fazer com que funções temporárias ou em caráter não permanentes sejam viabilizadas”, disse o ministro. Há quem acredite, no entanto, que a permissão irrestrita para a terceirização não vai mudar o ânimo do mercado.
Podem ocorrer novas mudanças na legislação trabalhista?
Sim. Há um segundo projeto que trata de terceirização no Congresso, que foi aprovado pela Câmara dos Deputados em 2014, e estabelece mais regras. Há negociações para que este segundo texto também siga adiante. A ideia do governo é juntar as duas propostas para regulamentar o processo de terceirização, numa espécie de mix.
Este texto prevê a obrigatoriedade para que empresas contratantes retenham na fonte impostos e contribuições de todos os profissionais prestadores de serviço. A legislação atual determina a retenção na fonte somente nos contratos de cessão de mão de obra, como atividades de cessão de mão obra, como atividades de vigilância, limpeza e informática. Aprovado pelo Senado, o texto também seguirá para sanção.

Fonte:http://epocanegocios.globo.com/Economia/noticia/2017/03/entenda-o-que-lei-da-terceirizacao-vai-mudar-na-sua-vida.html

[Resenha Filme] Precisamos falar sobre Kevin

Resenha de Filme

Assisti a este filme como indicação de uma amigo e gostei muito como o tema e bem polemico e abrange temáticas como desenvolvimento infantil  e psicopatia 




Precisamos falar sobre Kevin: um breve momento de reflexão
We need to talk about Kevin: a moment of reflection
Felipe Almeida Picon*


Baseado no best seller de Lionel Shriver e dirigido pela cineasta escocesa Lynne Ramsay (de O Romance de Morvern Callar de 2002), Precisamos falar sobre Kevin (We need to talk about Kevin, 2011) é um suspense psicológico que nos conduz pelas memórias de uma mãe, Eva, interpretada por Tilda Swinton (de Conduta de Risco (Michael Clayton de 2007), sobre o nascimento, desenvolvimento e fatídico desfecho de seu primogênito. O filme tem um curso entrecortado, por vezes lembrando o andamento de um pesadelo que, na verdade, é real. A narrativa mistura acontecimentos vividos por Eva após o evento catastrófico perpetrado por seu filho, com memórias desde antes de seu nascimento e imagens onde predominam a cor vermelha. Cinematograficamente brilhante, o filme injeta doses constantemente crescentes de tensão até a saturação de nossa capacidade de pensar e sentir, realizando com sucesso a transmissão das emoções dessa díade mãe-filho, em seu relacionamento vazio e violento.







Precisamos falar sobre Kevin pode ser pensado como uma grande tentativa de entendimento e reparação de uma mãe afogada em culpa pelos atos horrendos de seu filho. O livro que deu origem ao filme é uma obra de ficção que parece baseada nos fatos verídicos que aconteceram numa escola de ensino médio em Columbine, nos EUA, em 1999. Há semelhanças entre as duas histórias, mas aqui o ponto de vista é o da mãe, que busca um sentido para seu passado e presente. Vinda de uma carreira bem-sucedida como escritora de livros turísticos e uma vida exclusivamente a dois; desde antes do parto, a maternidade parece se configurar como um fardo muito difícil de ser carregado. Nosologicamente, é nítido que Eva encontra-se em uma profunda depressão pós-parto; contudo, o filme vai muito além disso, mostrando todos os desdobramentos do mórbido encontro entre características inatas e um ambiente pouco favorável.

Kevin, filho de Eva, vem ao mundo nos braços gélidos e inábeis de sua mãe devastada. O filme mostra as interações crescentes de violência entre os dois ao mesmo tempo em que entrecorta as imagens com tentativas da mãe de reparar, seja raspando a tinta vermelha jogada em sua casa após a tragédia, seja na infância de Kevin, quando tentava ser amável com ele. O desapego e desinteresse de Kevin pelo mundo fica nítido em diversos momentos e em situações de seu desenvolvimento. Kevin cresce com diversas manifestações de crueldade, desprovido de qualquer empatia, primeiramente contra sua mãe e depois contra seus colegas de escola. Os atos de violência são recíprocos e predominantemente substituem quaisquer outras formas de demonstração de afeto entre os dois. Seu relacionamento não é penetrado por ninguém, seja pelo pai, seja por outras pessoas, como o pediatra que o acha totalmente normal e outra médica, que comenta ser Kevin um menino muito corajoso. A ausência do pai é constante durante toda a história e mostra-se desde na sua incapacidade de dar-se conta da agressividade de Kevin em pequenos eventos da infância, sempre amenizando como "coisas que meninos fazem", até no auge de incentivá-lo à perfeição da prática da fatal arte do arco-e-flecha. A ausência e o vazio também ficam claros na ausência de limites em toda a criação de Kevin, explicitada da forma mais cruel quando ambos os pais acobertam o fato de Kevin ter supostamente causado a perda de um olho de sua irmã mais nova.



Ao mesmo tempo em que Kevin se relaciona com toda família de forma quase exclusivamente violenta, Eva é a única que de fato o conhece. Seu pai conhece apenas o lado agradável que Kevin faz questão de demonstrar em contraste com como se comporta com sua mãe. Eva é a única que percebe a maldade de seu filho, desde muito cedo, mas não consegue fazer nada para conter ou alterar seu curso. Ela relembra os inúmeros eventos perpetrados por Kevin e, de certa forma, se enxerga nele. Eva vê sua própria agressividade em seu filho e isso a imobiliza ainda mais. Mesmo quando sua maldade fica evidente, ninguém parece percebê-la. Kevin mistura crescente dissimulação, inteligência com requintes de crueldade e ao longo da história vai preparando sua mórbida obra-prima.





Precisamos falar sobre Kevin retrata a história de uma família que não consegue falar sobre Kevin, muito menos reconhecer a gravidade do comportamento dele, a não ser quando ele se torna um serial killer nacionalmente famoso. É um filme emocionalmente pesado que traz à tona inúmeras questões a serem discutidas do ponto de vista do relacionamento entre pais e filhos, da colocação de limites, da repercussão da dificuldade de comunicação de afetos entre mãe e filho, dos possíveis problemas decorrentes da depressão pós-parto e da dificuldade dos pais em entrar em contato com aspectos cruéis de seus filhos. Teria Kevin se beneficiado, assim como sua mãe, família e por final toda a sociedade, se suas dificuldades tivessem sido abordadas o mais cedo possível? Poderia uma abordagem terapêutica com foco na interação mãe-bebê ter alterado favoravelmente o curso de seu desenvolvimento? Qual seria o papel dos terapeutas, psicólogos e psiquiatras em situações como as descritas no filme? Até que ponto a ausência de um trabalho terapêutico focado no entendimento desse relacionamento e na expressão do afeto poderia ter alterado o desfecho fatal? Ainda não sabemos quanto do comportamento antissocial é decorrente do ambiente e quanto já é inato ao indivíduo. Essa angústia, infelizmente, seguirá conosco mesmo após o final do filme.


* Psiquiatra da Infância e da Adolescência pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Mestre em Psiquiatria (UFRGS). Aluno de Doutorado do Programa de Pós-Graduação em Psiquiatria da UFRGS.

Programa de Pós-Graduação em Psiquiatria da Universidade Federal do Rio Grande do Sul Faculdade de Medicina da UFRGS. Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil.

Correspondência:
Felipe Almeida Picon
Rua 24 de Outubro, 850/207 - Bairro Independência
CEP 90510-000, Porto Alegre, RS, Brasil
(51) 9142-7079
felipepicon@gmail.com





podemos concluir com isso e o objetivo central deste filme e expressar a grande verdade que esta em seu nome, PRECISAMOS SOBRE KEVIN, revela o medo que o ser humano tem de confrontar seus medos o filme é um retrato frio da psicopatia infantil e do papel da família na questão do desenvolvimento, falar sobre kevin e falar dos problemas e buscar soluções para eles.


Fontes:http://mundodapsi.com
                 http://rbp.celg.org.br/detalhe_artigo.asp?id=76


Postado por CFS