Wiliam Shakespeare

Eu aprendi...
...que ignorar os fatos não os altera;

Eu aprendi...
...que quando você planeja se nivelar com alguém, apenas esta permitindo que essa pessoa continue a magoar você;

Eu aprendi...
...que o AMOR, e não o TEMPO, é que cura todas as feridas;

Eu aprendi...
...que ninguém é perfeito até que você se apaixone por essa pessoa;

Eu aprendi...
...que a vida é dura, mas eu sou mais ainda;

Eu aprendi...
...que as oportunidades nunca são perdidas; alguém vai aproveitar as que você perdeu.

Eu aprendi...
...que quando o ancoradouro se torna amargo a felicidade vai aportar em outro lugar;

Eu aprendi...
...que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito;

Eu aprendi...
...que todos querem viver no topo da montanha, mas toda felicidade e crescimento ocorre quando você esta escalando-a;

Eu aprendi...
...que quanto menos tempo tenho, mais coisas consigo fazer.

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"O maior erro que você pode cometer
É o de ficar o tempo todo com medo de cometer algum."

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``Se você se sente só,
é porque ergueu muros
em vez de pontes´´

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Há pessoas que entram por acaso em nossas vidas...
mas não é por acaso que elas têm o previlégio de permanecer.

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"Lembrar é fácil para quem tem memória. Esquecer é difícil para quem tem coração

O MULHERÃO!...

Peça para um homem descrever um mulherão.Ele imediatamente vai falar do tamanho dos seios,na medida da cintura,no volume dos lábios,nas pernas,bumbum e cor dos olhos.Ou vai dizer que mulherão tem que ser loira,1,80m,siliconada,sorriso colgate.Mulherões,dentro deste conceito,não existem muitas:Vera Fischer,Leticia Spiller,Malu Mader,Adriane Galisteu,Lumas e Brunas.Agora pergunte para uma mulher o que ela considera um mulherão e você vai descobrir que tem uma a cada esquina.

Mulherão é aquela que pega dois ônibus por dia para ir ao trabalho e mais dois para voltar,e quando chega em casa encontra um tanque lotado de roupa e uma família morta de fome.Mulherão é aquela que vai de madrugada para a fila garantir matricula na escola e aquela aposentada que passa horas em pé na fila do banco para buscar uma pensão de 100 Reais.
Mulherão é a empresária que administra dezenas de funcionários de segunda a sexta, e uma família todos os dias da semana.Mulherão é quem volta do supermercado segurando várias sacolas depois de ter pesquisado preços e feito malabarismo com o orçamento.Mulherão é aquela que se depila, que passa cremes, que se maquia, que faz dieta,que malha,que usa salto alto, meia-calça,ajeita o cabelo e se perfuma,mesmo sem nenhum convite para ser capa de revista.Mulherão é quem leva os filhos na escola,busca os filhos na escola,leva os filhos para a natação,busca os filhos na natação,leva os filhos para a cama,conta histórias,dá um beijo e apaga a luz.Mulherão é aquela mãe de adolescente que não dorme enquanto ele não chega, e que de manhã bem cedo já está de pé, esquentando o leite.
Mulherão é quem leciona em troca de um salário mínimo,é quem faz serviços voluntários,é quem colhe uva,é quem opera pacientes,é quem lava roupa pra fora,é quem bota a mesa,cozinha o feijão e à tarde trabalha atrás de um balcão.Mulherão é quem cria filhos sozinha, quem dá expediente de oito horas e enfrenta menopausa,TPM,menstruação.Mulherão é quem arruma os armários, coloca flores nos vasos,fecha a cortina para o sol não desbotar os móveis, mantém a geladeira cheia e os cinzeiros vazios.Mulherão é quem sabe onde cada coisa está, o que cada filho sente e qual o melhor remédio pra azia.

LUMAS,BRUNAS,CARLAS,LUANAS E SHEILAS:Mulheres nota dez no quisito lindas de morrer, mas MULHERÃO É QUEM MATA UM LEÃO POR DIA

Martha Medeiros

[Resumo do livro] Pedagogia da Autonomia




Universidade São Marcos



PEDAGOGIA



Celso ferreira dos santos

























RESUMO DO LIVRO
PEDAGOGIA DA AUTONOMIA

















São Paulo
2009
celso ferreira dos santos











RESUMO DO LIVRO
PEDAGOGIA DA AUTONOMIA























PREFÁCIO

As idéias retomadas nesta obra tem por objeivo trazer ao educador uma visão atualizada, leve e critica, provocativa, corajosa e esperançosa, questões que no cotidiano do professor continuam a causar conflitos entre educadores e educandos.
Uma pedagogia fundada na ética, no respeito a dignidade e à propria autonomia do educando.
Questoes tão relevantes agora,o  quanto fora, a decada de 60









PRIMEIRAS PALAVRAS

A questao da educação docente ao lado da refexão sobre a prática educativa-progressiva em favor da autonomia do ser dos educandos é a temática central em torno do que gira esse texto.
É por essa ética inseparavél da prática educativa, a faixa etária, devemos vivelá em nossa prática.
Do ponto de visa da pratica educativa só ha uma saída para a pratica educativa, adaptar o educando a esta realidade imutavel

CAPÍTULO 1
Não há docência sem discência

O pensamento crítico sobre a prática se torna uma exigência da relação Teoria/Prática sem a qual pode ir virando blábláblá e a prática, ativismo. É Neste sentido que ensinar não e transferir conhecimentos, nem moldar o educando como se ele nao tivesse vontade própria, ignorando sua historia e seu modo de vida. 
Ensinar é um ato que requer autenticidade, exige prática de ensinar-aprender para termos uma experiencia total, diretiva, política, ideológica, gnosiológica, pedagógica, estética e ética, em que a beleza deve achar-se de mãos dadas com a decência e com a serenidade. O educador democrático não pode negar-se o dever de, na sua prática docente, reforçar a capacidade crítica do educando, sua curiosidade, sua insubmissão. O professor que pensa certo deixa claro aos educandos que uma das riquezas de estar no mundo e com o mundo, como seres históricos, é a capacidade de, mudar, transformar e conhecer o mundo. Não há ensino sem pesquisa e pesquisa sem ensino. Esses que-fazeres se encontram um no corpo do outro. Enquanto ensino continuo buscando, reprocurando.
Pensar certo coloca o professor ou, mais amplamente, à escola, o dever de não só respeitar os saberes com que os educandos, sobretudo os da classes populares, chegam a ela – saberes socialmente construídos na prática comunitária.
Por que não discutir as implicações políticas e ideológicas de um tal descaso dos dominantes pelas áreas pobres da cidade? A ética de classe embutida neste descaso?
Não há para mim, na diferença e na “distância” entre a ingenuidade e a criticidade, entre o saber de pura experiência feito e o que resulta dos procedimentos metodicamente rigorosas, uma ruptura, mas uma superação.
A curiosidade como inquietação indagadora, como inclinação ao desvelamento de algo, como pergunta verbalizada ou não, como procura de esclarecimento, como sinal de atenção que sugere alerta faz parte integrante do fenômeno vital.
A necessária promoção da ingenuidade à criticidade não pode ou não deve ser feita à distância de uma rigorosa formação ética ao lado sempre da estética. Mulheres e homens, seres históricos-sociais, nos tornamos capazes de comcatenar, de escolher, isso nos faz seres éticos. Só somos porque estamos sendo. Não é possível pensar os seres humanos longe, sequer, da ética, quanto mais fora dela. Estar longe ou pior, fora da ética, entre nós, mulheres e homens é uma transgressão. Pensar certo é fazer certo.
Que podem pensar alunos dedicados de um professor que, há dois semestres, falava com quase ardor sobre a necessidade da luta pela autonomia das classes populares e hoje, muda seu discurso, falando contra os sonhos,
Faz parte igualmente do pensar certo a rejeição mais decidida a qualquer forma de discriminação. A prática preconceituosa de raça, de classe, de gênero ofende a substantividade do ser humano e nega radicalmente a democracia.
A tarefa coerente do educador que pensa certo é, exercendo como ser humano a irrecusável prática de inteligir, desafiar o educando com quem se comunica e a quem comunica, produzir sua compreensão do que vem sendo comunicado.
É fundamental que, na prática da formação docente, o aprendiz de educador assuma que o indispensável pensar certo não é presente dos deuses nem se acha nos guias de professores que iluminados intelectuais escrevem desde o centro do poder, mas, pelo contrário, o pensar certo que supera o ingênuo tem que ser produzido pelo próprio aprendiz em comunhão com o professor formador.
Na formação permanente dos professores, o momento fundamental é o da reflexão crítica sobre a prática.
Uma das tarefas mais importantes da prática educativo-crítica é proporcionar as condições em que os educandos em suas relações uns com os outros e todos com o professor ou professora ensaiam a experiência profundo de assumir-se.
A solidariedade social e política de que precisamos para construir a sociedade menos feio e menos arestrosa, em que podemos ser mais nós mesmo, tem na formação democrática uma prática de real importância.
CAPÍTULO 2
Ensinar não é transferir conhecimento

Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção. Quando entro em uma sala de aula devo estar sendo um ser aberto a indagações, à curiosidade, às perguntas dos alunos, a suas inibições; um ser crítico e inquiridor, inquieto em face da tarefa que tenho – a de ensinar e não a de transferir conhecimento.
Pensar certo – e saber que ensinar não é transferir conhecimento é fundamentalmente pensar certo – é uma postura exigente, difícil, às vezes penosa, que temos de assumir diante dos outros e com os outros, em face do mundo e dos fatos, ante nós mesmos.
Como professor crítico, sou um “aventureiro” responsável, predisposto à mudança, à aceitação do diferente.
Na verdade, o inacabamento do ser ou sua inconclusão é próprio da experiência vital. Onde há vida, há inacabamento
Só os seres que se tornaram éticos podem romper com a ética.
Sei que as coisas podem até piorar, mas sei também que é possível intervir para melhorá-las.
Gosto de ser gente porque a História em que me faço com os outros e de cuja feitura tomo parte é um tempo de possibilidade e não de determinismo.
Gosto de ser gente porque, inacabado, sei que sou um ser condicionado, mas, consciente do inacabamento, sei que posso ir mais além dele. Esta é a diferença profunda entre o ser condicionado e o ser determinado.
Por isso mesmo a capacitação de mulheres e de homens em torno dos saberes instrumentais jamais pode prescindir de sua formação ética.
Estar no mundo sem fazer história, sem por ela ser feito, sem fazer cultura, sem “tratar”, sua própria presença no mundo, sem sonhar, sem aprender, sem ensinar, sem idéias de formação, sem politizar não é possível.
O inacabamento de que nos tornamos conscientes nos fez seres éticos. O respeito à autonomia e à dignidade de cada um é um imperativo ético e não um favor que podemos ou não conceder uns aos outros.
Qualquer descriminação é imoral e lutar contra ela é um dever por mais que se reconheça a força dos condicionamentos a enfrentar.
É o meu bom senso que me adverte de que exercer a minha autoridade de professor na classe, tomando decisões, orientando atividades, estabelecendo tarefas, cobrando a produção individual e coletiva do grupo não é sinal de autoritarismo de minha parte. É a minha autoridade cumprindo o seu dever. Não resolvemos bem, ainda, entre nós, a tensão que a contradição autoridade-liberdade nos coloca e confundimos quase sempre autoridade com autoritarismo, licença com liberdade.
As qualidades ou virtudes são construídas por nós no esforço que nos impomos para diminuir as distâncias entre o que dizemos e o que fazemos. Este esforço, o de diminuir a distância entre o discurso e a prática, é já uma dessas virtudes indispensáveis – a da coerência.
A luta dos professores em defesa de seus direitos e de sua dignidade deve ser entendida como um momento importante de sua prática docente, enquanto prática ética. Não é algo que vem de fora da atividade docente, mas algo que dela faz parte. O combate em favor da dignidade da prática docente é tão parte dela mesmo quanto dela faz parte o respeito que o professor dever ter à identidade do educando, à sua pessoa, a seu direto de ser.
Como professor preciso me mover com clareza na minha prática. Preciso conhecer as diferentes dimensões que caracterizam a essência da prática, o que me pode tornar mais seguro no meu próprio desempenho.
A nossa capacidade de aprender, de que decorre a de ensinar, sugere ou, mais do que isso, implica a nossa habilidade de apreender a subjetividade do objeto aprendido.
Há uma relação entre a alegria necessária à atividade educativa e a esperança. A esperança de que professor e alunos juntos podemos aprender, ensinar, inquietar-nos, produzir e juntos igualmente resistir aos obstáculos à nosso alegria.
Não posso, por isso, cruzar os braços fatalistamente diante da miséria, esvaziando, desta maneira, minha responsabilidade no discurso cínico e “morno”, que fala da impossibilidade de mudar porque a realidade é assim mesmo.
Um dos saberes primeiros, indispensáveis a quem, chegando a favelas ou a realidades marcadas pela traição a nosso direito de ser, pretende que sua presença se vá tornando convivência, que seu estar no contexto vã virando estar como ele, é o saber do futuro como problema e não como inexorabilidade. É o saber da história como possibilidade e não como determinação. O mundo não é. O mundo está sendo.
Em favor de que estudo? Em favor de quem? Contra que estudo? Contra quem estudo?
É a partir deste saber fundamental: mudar é difícil mas é possível, que vamos programar nossa ação político-pedagógica.
Como educador preciso de ir “lendo” cada vez mais a leitura do mundo.
... onde quer que haja mulheres e homens há sempre o que fazer, há sempre o que ensinar, há sempre o que aprender.
Se há uma prática exemplar como negação da experiência formadora é a que dificulta ou inibe a curiosidade do educando e, em conseqüência, a do educador.
Como professor devo saber que sem a curiosidade que me move, que me inquieta, que me insere na busca, não aprendo nem ensino.
O fundamental é que professor e alunos saibam que a postura deles, do professor e dos alunos, é dialógica, aberta, curiosa, indagadora e não apassiva, enquanto fala ou enquanto ouve. O que importa é que professor e alunos se assumam epistemologicamente curiosos.
Um dos saberes fundamentais à minha prática educativo-crítica é o que me adverte da necessária promoção da curiosidade espontânea para a curiosidade epistemológica.
CAPÍTULO 3
Ensinar é uma especificidade humana

Que possibilidades de expressar-se, de crescer, vem tendo a minha curiosidade? O professor que não leve a sério sua formação, que não estude, que não se esforce para estar à altura de sua tarefa não tem força moral para coordenas as atividades de sua classe. Ensinar , enquanto ensino, testemunhar aos alunos o quanto me é fundamental respeitá-los e respeitar-me são tarefas que jamais dicotomizei. Este é um saber indispensável à prática docente. O saber da impossibilidade de desunir o ensino dos conteúdos da formação ética dos educandos. Não é possível exercer a atividade do magistério como se nada ocorresse comigo. Não posso discriminar o aluno em nome de nenhum motivo. Nem somos, mulheres e homens, seres simplesmente determinados nem tampouco livres de condicionamentos genéticos, culturais, sociais, históricos, de classe, de gênero, que nos marcam e a quem nos achamos referidos. Tão importante quanto ele, o ensino dos conteúdos, é o meu testemunho ético ao ensiná-los. É a decência com que o faço. Inclinados a superar a tradição autoritária, tão presente entre nós resvalamos para formas licenciosas de comportamento e descobrimos autoritarismo onde só houve o exercício legítimo da autoridade. A liberdade sem limite é tão negada quanto a liberdade asfixiada ou castrada. É decidindo que se aprende a decidir. Não posso aprender a ser eu mesmo se não decido nunca. A raiz mais profunda da politicidade da educação se acha na educabilidade mesma do ser humano, que se funda na sua natureza inacabada e da qual se tornou consciente. Inacabado e consciente de seu inacabamento histórico, necessariamente o ser humano se faria um ser ético, um ser de opção, de decisão. Se, na verdade, o sonho que nos anima é democrático e solidário, não é falado aos outros, de cima para baixo, sobretudo se fôssemos os portadores da verdade a ser transmitida aos demais, que aprendemos a escutar, mas é escutando que aprendemos a falar com eles. O educador que escuta aprende a difícil lição de transformar o seu discurso, às vezes necessário, ao aluno, em uma fala com ele. Ensinar e aprender têm que ver com o esforço metodicamente crítico do professor de desvelar a compreensão de algo e com o empenho igualmente crítico do aluno de ir entrando como sujeito em aprendizagem, no processo de desvelamento que o professor ou professora deve deflagar. Aceitar e respeitar a diferença é uma dessas virtudes sem o que a escuta não se pode dar. O discurso da globalização que fala da ética esconde, porém, que a sua é a ética do mercado e não a ética universal do ser humano, pela qual devemos lutar bravamente se optamos, na verdade, por um mundo de gente. A grande força que alicerça-se a nova rebeldia é a ética universal do ser humano e não a do mercado, insensível a todo reclamo das gentes e apenas aberta à gulodice do lucro. É a ética da solidariedade humana. Atitude correta de quem se encontra em permanente disponibilidade a tocar e a ser tocado, a perguntar e a responder, a concordar e a discordar. É no respeito às diferenças entre mim e eles ou elas, na coerência entre o que faço e o que digo, que me encontro com eles ou com elas. Não é mudando-me para uma favela que provarei a eles e a elas minha verdadeira solidariedade política sem falar ainda na quase certa perda de eficácia de minha luta em função da mudança mesma. O que não posso obviamente permitir é que minha afetividade interfira no cumprimento ético de meu dever de professor no exercício de minha autoridade. E ensinar e aprender não podem dar-se fora da procura, fora da boniteza e da alegria. A prática educativa é tudo isso: afetividade, alegria, capacidade científica, domínio técnico a serviço da mudança ou, lamentavelmente, da permanência do hoje. Se não posso, de um lado, estimular os sonhos impossíveis, não devo, de outro, negar a quem sonha o direito de sonhar. Nem a arrogância é sinal de competência nem a competência é a causa da arrogância. Não nego a competência por outro lado, de certos arrogantes, mas lamento neles a ausência de simplicidade que não diminuindo em nada seu saber, os faria gente melhor, gente mais gente.


REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e terra, 39ª ed. 1996.

Frases Filosoficas

Nao é dos ligeiros a corrida nem dos valentes a peleja pois a sorte pertence a todos
" A sabedoria não é outra coisa se não a felicidade"Autor: Denis Diderot

" A felicidade consiste em fazer o bem."Autor: Aristóles

" A espécie de felicidade de que preciso não é tanto fazer o que quero, mas não fazer o que não quero."Autor: Rousseau

" A felicidade do corpo consiste na saúde, e a do espírito, na sabedoria."Autor: Tales de Mileto

" Quem faz o homem feliz não é o dinheiro e sim a retidão da prudência."Autor: Demócrito

" Tudo aquilo que diz respeito à alma quando submetido a razão, conduz à felicidade."Autor: Sócrates

" O que hoje é um paradoxo para nós, será uma verdade demonstrada para a posteridade."Autor: Denis Diderot

" A felicidade não é recompensa da virtude mas a própria virtude."Autor: Spindola

" Viver para os outros é não somente a lei do dever como da felicidade."Autor: Auguste Comite

" O prazer dos grandes homens consiste em poder tornar os outros mais felizes."Autor: Pascal

" Sócrates é meu amigo, mas sou mais amigo da verdade.Autor: Aristóteles

Deve-se temer mais o amor de uma mulher, do que o ódio de um homem.Autor: Sócrates

Para conseguir a amizade de uma pessoa digna é preciso desenvolvermos em nós mesmos as qualidades que naquela admiramos.Autor: Sócrates

Você pode descobrir mais sobre uma pessoa em uma hora de brincadeira do que em um ano de conversa.Autor: Platão

O ideal no casamento é que a mulher seja cega e o homem surdo.Autor: Sócrates

Exige muito de ti e espera pouco dos outros. Assim, evitarás muitos aborrecimentos.Autor: Confúcio

Não corrigir nossas faltas é o mesmo que cometer novos erros.Autor: Confúcio

O silêncio é um amigo que nunca trai.Autor: Confúcio

Meu conselho é que se case. Se você arrumar uma boa esposa, será feliz; se arrumar uma esposa ruim, se tornará um filósofo.Autor: Sócrates

A dúvida é o principio da sabedoria.Autor: Aristóteles

A nossa maior glória não reside no fato de nunca cairmos, mas sim em levantarmo-nos sempre depois de cada queda.Autor: Confúcio

Uma vida não questionada não merece ser vivida.Autor: Platão

Conhece-te a ti mesmo e conhecerás o universo e os deuses.Autor: Sócrates

Se queres prever o futuro, estuda o passado.Autor: Confucio

O homem superior atribui a culpa a si próprio; o homem comum aos outros.Autor: Confúcio

Frase de Filósofos: Transportai um punhado de terra todos os dias e fareis uma montanha.Autor: Confúcio

O sábio envergonha-se dos seus defeitos, mas não se envergonha de os corrigir.Autor: Confúcio

Apressa-te a viver bem e pensa que cada dia é, por si só, uma vida.Autor: Séneca

Aquilo que não puderes controlar, não ordenes.Autor: Sócrates

O homem de palavra fácil e personalidade agradável raras vezes é homem de bem.Autor: Confúcio

A experiência é uma lanterna dependurada nas costas que apenas ilumina o caminho já percorrido.Autor: Confúcio

Para quê preocuparmo-nos com a morte? A vida tem tantos problemas que temos de resolver primeiro.Autor: Confúcio

Trabalha como se vivesses para sempre. Ama como se fosses morrer hoje.Autor: Séneca

Foge por um instante do homem irado, mas foge sempre do hipócrita.Autor: Confúcio

Mil dias não bastam para aprender o bem; mas para aprender o mal, uma hora é demais.Autor: Confúcio

Somente os extremamente sábios e os extremamente estúpidos é que não mudam.Autor: Confúcio

Deve-se temer mais o amor de uma mulher, do que o ódio de um homem.Autor: Socrates

sonhar com o imposivel é o primeiro passo para torna-lo posivel.Autor: confucio

"Não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros."Autor: Confucio

Para conhecermos os amigos é necessário passar pelo sucesso e pela desgraça. No sucesso, verificamos a quantidade e, na desgraça, a qualidade.Autor: Confúcio

O sábio nunca diz tudo o que pensa, mas pensa sempre tudo o que diz.Autor: Aristóteles

Não há ninguém, mesmo sem cultura, que não se torne poeta quando o Amor toma conta dele.Autor: Platão

O ignorante afirma, o sábio duvida o sensato reflecte.Autor: Aristóteles

O que é um amigo? Uma única alma habitando dois corpos.Autor: Aristóteles

Tente mover o mundo - o primeiro passo será mover a si mesmo.Autor: Platão

É possível descobrir mais sobre uma pessoa numa hora de brincadeira do que num ano de conversa.Autor: Platão

A preguiça caminha tão devagar, que a pobreza não tem dificuldade em a alcançar.Autor: Confúcio

Quem comete uma injustiça é sempre mais infeliz que o injustiçado.Autor: Platão

Não há ninguém, mesmo sem cultura, que não se torne poeta quando o Amor toma conta dele.Autor: Platão

O verdadeiro homem quer duas coisas: perigo e jogo. Por isso quer a mulher: o jogo mais perigoso.Autor: Friedrich Nietzsche